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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

i am not there ...

 

 

 

 

 

Do not stand at my grave and weep,
I am not there, I do not sleep.
I am in a thousand winds that blow,
I am the softly falling snow.
I am the gentle showers of rain,
I am the fields of ripening grain.
I am in the morning hush,
I am in the graceful rush
Of beautiful birds in circling flight,
I am the starshine of the night.
I am in the flowers that bloom,
I am in a quiet room.
I am in the birds that sing,
I am in each lovely thing.
Do not stand at my grave and cry,
I am not there. I do not die.

 


Mary Elizabeth Frye

 

 

 

 


deixado aqui por J.C. às 08:32
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13 comentários:
De Bichana a 2 de Julho de 2008 às 10:33
Bonito poema, embora mórbido. Gostei.
Bjnhos


De J.C. a 2 de Julho de 2008 às 13:12
não o acho nada mórbido sabes ... nada mesmo.
mas bonito sim ... simples mas bonito

abraço

jmack


De adnirolfpa a 2 de Julho de 2008 às 10:35
...e não é assim mesmo????
o pior é que é.
magnifico "apanhado"
beijinho


De J.C. a 2 de Julho de 2008 às 13:28
obrigado ... não acho que seja assim " pior "

abraço

jmack


De anamariacharrua a 2 de Julho de 2008 às 11:59
Andava há montes de tempo, atrás deste poema...
Como sabias???Sempre gostei dele.
A imagem está bem para o texto, mas arrepia ve-la aqui....Podias ser mais subtil e colocar uma "lovely thing", não gosto que te sintas melancolico....
Bjs


De J.C. a 2 de Julho de 2008 às 13:26
também gosto muito deste poema ...
e a imagem ... bem não a acho arrepiante.
como abandonamos pessoas em vida também as abandonamos em morte.

abraço

jmack


De Júlia a 2 de Julho de 2008 às 14:11
É de facto muito bonito este poema.
Ser tudo e ao mesmo tempo ser nada... Lindo.

Fica bem.


De J.C. a 2 de Julho de 2008 às 14:14
não é ? ... não é ?

lindo !!!

abraço ... senhora

jmack


De Júlia a 3 de Julho de 2008 às 18:25


De J.C. a 4 de Julho de 2008 às 12:35
fazer caretas faz rugas !!!

abraço

jmack


De Júlia a 4 de Julho de 2008 às 14:22
... e rir também. Por isso não me faças rir.



Beijoca. Fica bem.


De Subjectividades a 2 de Julho de 2008 às 20:16
Olá amigo!
lindo o poema "ser tudo e ao mesmo tempo ser nada"
Já sabes como eu sou...acredito que somos sempre alguma coisa para aqueles de quem gostamos!
Acredito que deixamos sempre algo de nós que evita o ser nada exatamente como essa sepultura da fotografia " abandonada " mas tu estiveste lá, prestaste-lhe o teu tributo, paraste, contemplaste e por momentos ela deixou de ser abandonada, por momentos els foi algo reviveu não é verdade!
Um abraço e obrigado pelos votos de boas férias!


De J.C. a 4 de Julho de 2008 às 12:39
já tinha respondido ao teu comentário ... não sei o que se passou mas desapareceu. a secção de comentários do meu blog não funciona muito bem .

um abraço

jmack


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