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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Homem do mar

 

 

 

 

 

 

Vem no meu barco
Vem aí uma tempestade
e está a anoitecer

Para onde queres ir ?
tão completamente só
levado pelas ondas

Quem te dará mão
quando as águas
te puxarem para o fundo ?

Para onde queres ir ?
tão infinito
o mar gelado

Vem no meu barco
o vento de Outono pára
as velas estiradas

A luz da lanterna ilumina
as lágrimas no teu rosto
a luz do dia desvia-se
o vento de Outono varre a vida das estradas

A luz da lanterna ilumina
as lágrimas no teu rosto
a luz do entardecer persegue as sombras
o tempo pára e o Outono chega

Vem no meu  barco
a saudade torna-se

o homem do leme

Vem no meu barco
o melhor marinheiro
era eu

A luz da lanterna ilumina
as lágrimas no teu rosto
apagas a chama da vela
o tempo pára e o Outono chega

Eles falam apenas da tua mãe

apenas a noite é impiedosa

no fim, estou sózinho
o tempo pára
e tenho frio
    frio...
    frio...

 

 

 

Rammstein - Seeman

 

 

 

 

Nota : A tradução é minha pode não ser a mais correcta.   

 


deixado aqui por J.C. às 13:11
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3 comentários:
De poetaporkedeusker a 31 de Agosto de 2008 às 21:10
Olá Jmack. Nasceu-me um soneto das tuas fotografias e quero publicá-lo amanhã. Dás-me licença que use uma das imagens da tua Galeria? É a "Livro 1".
Obrigada e um abraço!


De J.C. a 31 de Agosto de 2008 às 21:24
Das minhas fotos não ... da tua inspiração.
Podes usar coloca só a fonte.

um abraço

jmack


De poetaporkedeusker a 31 de Agosto de 2008 às 22:45
Obrigada Jmack. Claro que publico a fonte! Quando leres o soneto, verás que veio mesmo daí...
Nada é completamente nosso. Vivemos uma interminável "chain reaction".
Um abraço!


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