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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

Wild Horses

 

 

 

 

 

 

 

 

Childhood living is easy to do
The things you wanted I bought them for you
Graceless lady you know who I am
You know I cant let you slide through my hands

Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, couldnt drag me away

I watched you suffer a dull aching pain
Now you decided to show me the same
No sweeping exits or offstage lines
Could make me feel bitter or treat you unkind

Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, couldnt drag me away

I know I dreamed you a sin and a lie
I have my freedom but I dont have much time
Faith has been broken, tears must be cried
Lets do some living after we die

Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, well ride them some day

Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, well ride them some day

 

 

Rolling Stones

 

 

 

 


deixado aqui por J.C. às 04:06
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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Cavalo á solta 2

 

 

 

 

 

Esta é só porque fica bem com a musica ... quem já viu o filme percebe, é mesmo no fim . Já agora oiçam a musica até ao fim se fizerem favor !!! E o filme ? Sabem qual é ? E gostaram ?

 

jmack

 

 


deixado aqui por J.C. às 05:02
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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Cavalo á solta









Minha laranja amarga e doce
Meu poema
Feito de gomos de saudade
Minha pena
Pesada e leve
Secreta e pura
Minha passagem para o breve
Breve instante da loucura
Minha ousadia, meu galope.
Minha rédia
Meu potro doido, minha chama
Minha réstia
De luz intensa
De voz aberta
Minha denúncia do que pensa
Do que sente a gente certa
Em ti respiro
Em ti eu provo
Por ti consigo esta força que de novo
Em ti persigo
Em ti percorro
Cavalo à solta pela margem do teu corpo
Minha alegria
Minha amargura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha laranja amarga e doce
Minha espada
Poema feito de dois gumes
Tudo ou nada
Por ti renego
Por ti aceito
Este corsel que não sossego
À desfilada no meu peito
Por isso digo
Canção, castigo
Amêndoa, travo, corpo, alma
Amante e amigo
Por isso canto
Por isso digo
Alpendre, casa, cama, arca do meu trigo
Minha alegria
Minha ternura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha laranja amarga e doce
Meu poema
Feito de gomos de saudade
Minha pena
Pesada e leve
Secreta e pura
Minha passagem para o breve
Breve instante da loucura



Ary dos Santos







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